Alta do preço dos combustíveis nesta semana (16 de junho)
O preço dos combustíveis volta a subir nesta semana (16 de junho), marcando a segunda semana seguida de reajustes - exatamente como já vinha sendo apontado nas projeções feitas na semana passada.
Ainda assim, essas estimativas foram elaboradas antes dos bombardeios de Israel no Irã, país que está entre os 10 maiores produtores de petróleo do mundo. Na prática, isso significa que elas ainda não incorporam a alta observada no preço do barril: o Brent passou de 69 dólares para 75 dólares após os ataques. Com isso, a expectativa é de novos aumentos na próxima semana.
Dito isso, nesta semana o preço do diesel simples subiu 1,7 centavos por litro, enquanto a gasolina aumentou 1,3 centavos por litro (Fonte: Mais Gasolina). O preço médio do diesel simples fixa-se, assim, nos 1,536 €/l, e 1,693 €/l no caso da gasolina simples.
Reajustes nas principais marcas: BP, Galp e Repsol
Entre as principais redes de postos, a BP elevou em dois centavos por litro o preço dos combustíveis mais comuns. A Galp, por sua vez, registrou alta de 2,5 centavos por litro no diesel simples e de 1,5 centavos por litro na gasolina simples.
Já a Repsol foi a marca com o menor avanço nos valores, com aumento de 1,5 centavos no diesel simples e de um centavo na gasolina simples.
Como são calculados os valores médios (DGEG)
Como de costume, a base de cálculo do preço dos combustíveis são os números publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) - neste caso, os referentes à última sexta-feira, 13 de junho.
Os dados divulgados pela DGEG já consideram os descontos aplicados pelas redes de postos, assim como as medidas do Governo que seguem em vigor. Ainda assim, vale reforçar que se tratam apenas de valores médios e indicativos, que podem não coincidir com os praticados diretamente nos postos.
Medidas do governo em vigor
Desde 2022, continuam valendo as medidas do Governo para atenuar a alta do preço dos combustíveis, incidindo principalmente sobre o valor do ISP.
Neste ano, o ISP aumentou em três centavos por litro, mas, como houve queda no valor da taxa de carbono, não ocorreram mudanças na carga tributária sobre os combustíveis.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário