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Donald Trump e a EPA querem “corrigir” o sistema start/stop que todo mundo odeia

Carro elétrico cinza escuro exibido em salão, com design moderno e faróis estreitos acesos.

Atualmente, milhões de motoristas ao redor do mundo dirigem carros com o sistema start/stop - aquele que desliga o motor quando o veículo para, como em um semáforo, para ajudar a reduzir o consumo de combustível -, mas também não faltam pessoas que prefeririam se livrar desse recurso.

O que a EPA e Donald Trump querem mudar no start/stop

Pelo que tudo indica, esse incômodo é comum entre condutores nos Estados Unidos e já chegou ao governo de Donald Trump, que manifestou a intenção de “corrigir” uma solução que “todo mundo detesta”.

Como relatou Lee Zeldin, atual administrador da EPA (Agência de Proteção Ambiental dos EUA), em uma publicação nas redes sociais: “O sistema start/stop é aquele em que o carro morre a cada sinal vermelho só para as empresas ganharem um troféu de participação climática. A EPA aprovou isso, todo mundo odeia e, por isso, vamos corrigir”.

“Tecnologia start/stop: quando seu carro morre em cada sinal vermelho para que as empresas ganhem um troféu de participação climática. A EPA aprovou isso, e todo mundo odeia, então vamos corrigir.”

  • Lee Zeldin (@epaleezeldin), 12 de maio de 2025

Para que serve o start/stop

A justificativa principal para a existência dessa função é a economia de combustível: de acordo com a EPA, os ganhos podem variar entre 3% e 10%.

Em muitos modelos, o botão que desativa o start/stop já aparece bem gasto, já que pode ser acionado tantas vezes quanto a partida do carro. E não: quando você para no semáforo, não é que o motor “apagou” - é o sistema que realmente o desliga.

Por que tantos motoristas desativam o sistema start/stop

O incômodo, assim como já acontece com sistemas avançados de assistência à condução (ADAS), é que o motorista precisa desligar o start/stop toda vez que liga o carro para começar a viagem.

As respostas à postagem de Zeldin foram surpreendentemente favoráveis, com muitos condutores descrevendo a proposta como “bom senso”. Por enquanto, resta esperar os próximos passos - e seguir desativando o start/stop sempre que for usar o carro.

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